Gestão de crise: entenda a importância de ter uma equipe preparada!

gestão de crise

Você já pensou em fazer uma gestão de crise em sua empresa? Então, está mais que na hora de considerar essa possibilidade, até porque desde 2020 o Brasil enfrenta uma devido à pandemia do coronavírus.

Logo, as incertezas dos negócios afetam desde a diretoria até os colaboradores. Assim, é necessário conseguir liderar o time para contornar os momentos adversos. Uma das formas é trazer a equipe para perto e agir com inteligência emocional. No entanto, para isso é preciso ter as melhores práticas de gestão para saber sair da tensão com o mínimo de impacto negativo.

Agora, está pronto para aprender? Boa leitura!

O que é a gestão de crise?

As organizações que não estão preparadas para enfrentar uma crise sofrem com seus efeitos que às vezes podem ser devastadores. Desse modo, para evitar essas consequências é essencial uma boa gestão de crise, porém o que isso significa?

A princípio, é um processo de administração inteligente, já que estuda os possíveis impactos que situações adversas podem provocar na empresa. Por meio dela cria-se um planejamento no time de gestores e líderes, com análises de diferentes tipos de riscos que ela pode enfrentar.

Por exemplo, a pandemia pode provocar cenários que prejudiquem a marca, as finanças, o clima organizacional, a comunicação etc. Logo, cada ponto deve ser avaliado com critério. Geralmente, quem assume essa responsabilidade é o departamento de Recursos Humanos de forma equipe equilibrada e eficiente. Além disso, manuais das possibilidades de dificuldades que atrapalhem o ambiente corporativo, com informações sobre:

  • processos que devem ser adotados;
  • quem são os responsáveis pelas medidas emergenciais;
  • prioridades organizacionais;
  • de que forma os recursos serão investidos;
  • tempo mínimo de resposta para o problema e para o público;
  • previsão de situações comprometedoras;
  • preservação de imagem;
  • fortalecimento da marca e da cultura organizacional.

Quais são as suas vantagens?

Diante dessas medidas diversos benefícios contribuem para melhorar a gestão da empresa de uma maneira geral. Confira abaixo.

Cria-se novas estratégias

As estratégias ajudarão os gestores a entender os níveis de riscos e até que ponto a organização consegue administrar o fato. Por isso, é indicado haver habilidades, sistemas, métodos e ferramentas para fazer a gestão de risco e como elas precisam ser utilizadas.

Visto que, o negócio que se propõe a correr riscos tem que estar preparado para isso e estará à frente da concorrência. Aliás, quem adota novas estratégias alcança os objetivos porque estão baseadas em processos e operações que elevam os níveis dos resultados. Sendo assim, desenvolva táticas pensando nas seguintes eventualidades:

  • gestão de risco de mercado: prepara a organização para a flutuação de preços de matérias-primas com que trabalha e demais artigos;
  • gestão de risco de crédito: evita eventuais perdas de receitas devido à função de vendas a prazo;
  • gestão de risco de liquidez: mantém o caixa do negócio com recursos suficientes para pagamentos das obrigações dele;
  • gestão de risco operacional: considera fatores externos e internos que compliquem as operações.

Traz soluções para as situações adversas

Como terá de imaginar diferentes cenários, haverá a necessidade de formular planos de ação para cada um deles. Esse exercício estimulará o desenvolvimento de planejamento e de soluções para os problemas simulados, de forma que preserve a segurança e a manutenção das atividades. Por isso, é importante levantar os recursos financeiros, humanos e tecnológicos da organização.

Identifica possíveis ameaças

Avaliar os fatores externos são outro ponto-chave, pois mudanças no clima, legislação, economia, política, greves e outros fatores podem gerar crises empresariais. Nem sempre esses fatos são anunciados com antecedência, por isso é importante ficar antenado nas notícias e no mercado. Assim, monitore as tendências que fazem parte do setor de atuação para prever quedas e mudanças. Isso é eficaz na gestão de crise e nas tomadas de decisões.

Como ela pode ser aplicada?

O projeto de simulação de crise não precisa ser complexo para ser eficaz. No entanto, o plano de contingência deve ser elaborado e aplicado conforme orientação a seguir.

Avalie o cenário

Imagine os piores acontecimentos, seus resultados negativos, processos que precisam ser mudados para que atendam bem durante a crise e o plano de respostas. Por outro lado, pense também em resultados muito positivos que provoquem falta de abastecimento dos insumos, necessidade de mais mão-de-obra ou problemas de entregas. Pois, o lado bom também traz suas impossibilidades. Em todos os planos são aconselháveis verificar o que se deve acrescentar nos processos operacionais e de comunicação.

Crie um plano de ação

Ao desenvolver um plano de ação examine as suas consequências a longo prazo, também. Inclusive, para melhorar as metas e ter mais eficácia nos investimentos. Na verdade, em todos os desastres há como prever os riscos e ações para minimizar seu impacto.

Tome atitude o mais rápido possível

Depois de um planejamento bem-feito, é relevante que tome atitudes o mais rápido possível. Assim, procure saber o que está ocorrendo, faça um diagnóstico e lembre-se de que a imprensa precisa de informações reais e posicionamento para fazer as matérias. Dessa forma, divulgue logo uma nota aos jornalistas respondendo suas dúvidas.

Qual é a importância de contar com uma equipe bem preparada?

A equipe de trabalho precisa participar do planejamento de ação. Afinal, eles estão na linha de frente da produção, administração, marketing e logística. Desse modo, contribuirão indicando ferramentas e suporte para que as operações continuem.

Posicione-se frente ao problema

Faça com que a empresa e seus gestores tenham atitudes maduras para lidar com a situação se posicionando tranquilamente e com segurança. Isso faz parte da gestão de risco. Entretanto, não negligencie informações aos colaboradores, acionistas e imprensa.

Mantenha uma comunicação eficiente

Não permita que aja boatos nos corredores da empresa. Logo, tenha uma comunicação interna eficiente, clara e objetiva para evitar que a crise se torne maior do que é. Assim, envie e-mail marketing com as novidades, crie murais em locais visíveis, faça reuniões com os funcionários, use redes sociais ou WhatsApp e procure tirar todas as dúvidas.

Reconheça o problema

Não finja que o problema não existe, imprevistos e erros podem acontecer com qualquer pessoa ou empresa. Busque respostas corretas e precisas para transmitir aos interessados, pois é importante optar pela transparência na comunicação. Também, preserve vítimas ou autor da crise. Se a empresa estiver errada não contra-ataque com boatos, isso pode piorar o cenário.

Conte com a tecnologia

Outra maneira de antecipar e gerenciar crises é por meio da tecnologia, ou seja, por um sistema de gestão empresarial que controla as atividades, processos e conjunturas da empresa. Por meio dele os gestores têm acesso a todos os dados estratégicos sobre o negócio para que as decisões sejam mais certeiras. Afinal, as respostas são completas e rápidas.

Portanto, para que a gestão de crise tenha efeito positivo é importante criar um planejamento estruturado para que cada colaborador saiba qual atitude tomar. Além disso, investir em uma equipe capacitada e confiável é fundamental para que atuem de maneira alinhada em prol de um bem comum, que é reduzir os impactos negativos e superar as dificuldades.

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